Confira a íntegra da entrevista de Clayton Noleto ao Jornal Pequeno

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Clayton Noleto Entrevista JP_1

Por Manoel Santos, exclusivo para o JP.

O secretário de Estado de Infraestrutura, Clayton Noleto, informa que, após o período de chuvas, no próximo mês de junho, o Governo do Estado, através da Sinfra, irá deflagrar um amplo programa de recuperação emergencial das rodovias que se encontram em situação crítica no Maranhão.

Segundo o secretário, a ideia é priorizar as grandes artérias que interligam as regiões do estado. “Em síntese, o que faremos é: recuperar as rodovias que ainda podem ser recuperadas, fazer a manutenção periódica para evitar grandes gastos e construir outras estradas, abrir novos caminhos seguindo a determinação do governador Flávio Dino que é integrar as diversas regiões do estado”, afirmou Clayton Noleto, nesta entrevista: Leia o resto deste post »

Governo do Maranhão viabiliza novos vôos para Imperatriz

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O diretor comercial da Sete Linhas Aéreas, Décio Assis; o presidente da Fiema a presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae  (MA), Edilson Baldez; a deputada Estadual, Valéria Macedo; a secretária  de Turismo do Maranhão, Delma Andrade; o superintendente do Sebrae  (MA), João Martins; e a secretária de Turismo de São Luis, Socorro  Araújo.

O governo do Estado, por meio da secretaria de Turismo do Maranhão (Setur) anunciou na manhã desta segunda-feira (13), juntamente com a Sete Linhas Aéreas, os novos voos que a companhia passará a operar no Maranhão. Segundo a secretária de Estado do Turismo, Delma Andrade, a ampliação da malha aérea é resultado da redução da alíquota do ICMS do querosene, determinada pelo governador Flávio Dino. “Esta medida nos torna mais competitivos diante do cenário nacional”, destacou Delma.

O diretor comercial da Sete Linhas Aéreas, Décio Assis, anunciou que a partir do dia 15 de junho, haverá frequência diária de voo partindo de Palmas (TO), passando por Imperatriz (MA) até chegar a São Luís (MA), e o retorno, saindo da capital do Maranhão, com parada em Imperatriz, até chegar à capital do Tocantins. Também haverá voo que ligará Teresina (PI) até São Luis, passando também por Imperatriz. Os voos acontecerão em aeronaves de 30 lugares. “A expansão será completada com a operação de voos para a cidade de Carolina, na Chapada das Mesas, a partir de voos vindos de Brasília, com escala em Palmas”, explicou.

De acordo com Delma, após estudos técnicos, rodadas de diálogo e sensibilização das empresas de transporte aéreo, o governo do Estado do Maranhão passou a atuar com carga tributária de 17% para empresas que operarem em um aeroporto maranhense, de 12% para operações em dois aeroportos e 7% para três ou mais aeroportos ou promoção de voos internacionais a partir do Maranhão. A alíquota praticada anteriormente era de 25% para todas as empresas.

Décio Assis ressaltou que este incentivo do governo Flávio Dino mudou as perspectivas da Sete Linhas Aéreas no Maranhão. “O combustível representa grande parte dos custos da nossa operação, sendo assim, a queda dos impostos nos permite investir neste mercado, que já nos oferece bons resultados. Operados alguns voos há três meses e a ocupação está acima da expectativa. Já estamos ansiosos para os aeroportos de Barreirinhas e Balsas”, complementou Assis.

“Os resultados que começam a surgir são resultados das diversas reuniões com as entidades representativas do trade do Estado e do âmbito Nacional, buscando o novo posicionamento do Maranhão, exemplo disso é que hoje somos os representantes da Região Nordeste no Fórum Nacional dos Dirigentes e Secretários de Turismo (Fornatur). Além disso, a acessibilidade é uma das prioridades, pois entendemos que o turismo só acontece quando existe o acesso”, destacou Delma.

Para finalizar, a secretária de Turismo do Maranhão agradeceu o constante apoio das prefeituras de São Luís, Barreirinhas e Carolina, além das secretarias de Turismo desses municípios, no trabalho em conjunto, e destacou as parcerias com a iniciativa privada a partir das entidades representativas do setor.

Google tem mais poder que o Vaticano, diz Julian Assange

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assange-wikileaks-googleO gigante das buscas Google tem mais poder do que a Igreja jamais teve e exercerá um papel “muito importante” nas eleições de 2016 nos Estados Unidos. As declarações foram proferidas pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange, em coletiva de imprensa concedida nesta semana para divulgar seu novo livro “Quando Google encontrou o Wikileaks”.

O também jornalista e ciberativista disse ainda que a empresa trabalha para o governo dos Estados Unidos, como uma agência de inteligência, concretamente para o Departamento de Estado, que dirige a política externa do país.

Assange estudou a trajetória e atividades dos executivos mais importantes do Google: Eric Schmidt, presidente da empresa, e Jared Cohen, diretor do Google Ideias. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira durante a videoconferência concedida da embaixada do Equador em Londres, onde recebe asilo político há mais de dois anos. O livro estará disponível no Brasil em fevereiro de 2015.

Schmidt e Cohen tiveram uma longa conversa com Assange em junho de 2011, em sua casa de campo, na Inglaterra, onde cumpria prisão domiciliar. Os executivos foram acompanhados por Lisa Shields e Scott Malcomson, que depois revelaram ser assessores da diplomacia de Washington. “A delegação que me visitou era ¼ do Google e ¾ de representantes do Departamento de política exterior dos Estados Unidos”, disse.

Leia a matéria completa no site Pragmatismo Político.

Como devem se comportar os candidatos na última semana de campanha?

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edinho_dino2Começamos hoje a última semana de campanha antes das eleições. Como se diz aqui no Maranhão: é hora de vaca desconhecer bezerro, hora do tudo ou nada. É nesta semana que os eleitores amadurecem o voto, decidem, ou, pelo menos, encaminham as decisões. É neste momento também que os candidatos com menos chances começam a jogar a toalha e os que disputam injetam mais recursos, principalmente para a “contratação” de cabos eleitorais.

Nesta terça tem o que parece ser o último debate entre os candidatos ao governo, na TV Mirante/Globo. Sim, citei a Globo porque tudo indica que a cabeça de rede deve exigir o mínimo de seriedade neste debate. Não custa lembrar que o jornalismo das afiliadas tem a tutela da Central Globo de Jornalismo. Em 2010 o mediador foi o jornalista Tonico Ferreira, este ano será Fabio Wiiliam, da TV Globo de São Paulo.

Restam ainda três dias de programas eleitorais para os candidatos. E geralmente, na reta final, costuma-se ter dois programas novos por dia e não apenas um reprisado como antes. A tendência é: Flavio Dino mostrando que a eleição está consolidada e Edinho Lobão acusando, acusando e acusando, para tentar levar a peleja para o segundo turno. A essa altura, considerando o que já foi feito até agora, Edinho Lobão não tem outra saída. Agora não adianta mais tentar mudar o rumo e fazer uma campanha, digamos, propositiva.

Flavio Dino sabe que, apesar da vantagem, a eleição não está ganha. Deve mostrar que tudo leva a isto, mas não vai cantar vitória, baixar a guarda e morrer na praia. Já passou por isso antes. Aqui em Imperatriz deve ganhar folgado, dada a característica da cidade em não votar com os Sarney há bastante tempo. Até os candidatos a deputado ligados ao governo estadual acreditam nisso e pedem voto pro candidato governista sem muita empolgação.

Candidatura de Edinho Lobão é uma incrível sucessão de erros

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Senador-Edinho-LobãoPor mais que eu tente, me esforce, empenhe tempo, não consigo entender o que passa na cabeça dos estrategistas da campanha governista. Os tais marqueteiros. Desde que trocaram a candidatura do ex-secretário Luis Fernando pela de Edinho Lobão o que se vê é uma incrível sucessão de erros. Começando pela mudança do candidato, claro.

Trocar Luis Fernando, um político com imagem séria, por um candidato que já começaria a campanha com o apelido de Edinho 30, por supostamente cobrar essa porcentagem em comissões no governo do pai é pedir pra perder. Até o colorido couro do boi de Laurentino sabe que Edinho Lobão não é exatamente uma pessoa talhada para ser governador. É mais ligado a ostentações, helicópteros, carrões, baladas e contar dinheiro do que a estudar os problemas maranhenses. Entende de lucro, mas não de macroeconomia.

Os debates, entrevistas, comícios, provaram isso: Edinho passou a ser motivo de piada. Mostra que não sabe dos problemas do estado e muito menos como resolvê-los. Só fala chavões e algumas de suas declarações são motivo de piada. Resultado: chances de derrota ampliadas. Remédio receitado pelos estrategistas: baixar o nível da campanha e criar factóides. Situação do paciente com o tratamento: quase entrando em coma eleitoral. Se há nesse comportamento algum sinal de marketing eleitoral, já podemos esquecer tudo o que aprendemos sobre o tema.

Há muita coisa em jogo numa eleição como essa. Muitos valores, com seis, nove zeros. Muito poder. E eles não querem – claro – entregá-lo. Mas com os erros que se sucedem, Edinho Lobão parece enterrar de vez não somente a atual candidatura, mas qualquer pretensão política posterior. Está indo pro tudo ou nada e deixando de ver o futuro político. Entrou na campanha como Edinho 30 e vai sair como uma pessoa desequilibrada, despreparada. Vai se consumando um dos grande problemas do marketing político: o candidato vai sair da campanha menor do que entrou.

Bandeiraço era outra coisa

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lula (1)Não sei exatamente quando começaram os bandeiraços. Mas quando iniciei minha militância no PT, lá pelos anos 80, eram motivo de alegria. Bastava marcar a data, o horário e o local que a militância estava lá, alegre, sorrindo, ainda que debaixo de muito sol, e encarando os mal encarados nos carros. Hoje o que se vê é patético, humilhante, com senhoras e moçoilas estáticas, com cara amarrada, livrando o almoço do dia.

Em São Luís, onde militei a maior parte de minha vida petista, geralmente íamos pros retornos das grandes avenidas, avenida Beira Mar, praias. Cada militante geralmente tinha sua própria bandeira, de estimação, feita em casa mesmo. Uma mais bonita do que a outra. Havia até aquelas que brilhavam com o sol, outras com dois tecidos costurados pra não ter frente nem verso; havia as gigantes, as brancas com estrela vermelha, as vermelhas com estrela amarela e letra preta. Não, não havia bandeira do PT verde, amarela e azul, que isso era coisa da direita. Mas sempre havia uma bandeira do Brasil.

Outra característica do bandeiraço era a presença do candidato. Nas eleições municipais, além dos candidatos a vereador, ia também o majoritário. Nas estaduais, o candidato a governador participava de algumas, as maiores, mas os proporcionais sempre estavam lá, com o santinho nas mãos, pedindo voto de carro em carro. Nesse tempo ainda era permitido usar camisa dos candidatos, que comprávamos pra arrecadar dinheiro pras campanhas, assim como fazíamos feijoadas, almoços, rifas, pra pagar a impressão dos santinhos. Era o jeito dos partidos de esquerda enfrentarem as máquinas das campanhas da direita.

Lembro do Lula na praça Deodoro em todas as campanhas. Ficávamos ali o dia todo, fazendo panfletagem e bandeiraço o dia inteiro avisando que mais tarde Lula estaria lá. E ouvíamos seu discurso atentos, sem piscar. Cheguei a ver alguns militantes-tietes dar a bandeira (aquela, feita em casa) pra ele autografar. Era o manto sagrado de todo petista. Até outro dia vi nas minhas gavetas uma bandeirinha que guardei desse tempo. Ainda deve estar lá no fundo, quieta, se sentindo inútil hoje em dia.

O mundo real vai acabar em 2015

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1612_oculusFãs de Matriz, tremei, vibrai. Está chegando a hora das aventuras de Neo e companhia virarem realidade. Um jovem pesquisador da Califórnia dedica-se a criar a realidade virtual mais real de todos os tempos. Para se ter uma ideia da importância, Mark Zuckerberg (sim, o dono de tudo), decidiu investir nada menos que 2 bilhões de dólares na pesquisa após experimentá-la por uma hora. Veja abaixo um trecho da matéria e click no link para ler a íntegra.

Uma das maiores revistas internacionais da área de tecnologia, em edição recente, garante, numa reportagem de capa, que o moleque Luckey está perto de mudar os mercados de jogos, filmes, TV, musica, design, medicina, sexo, esportes, artes, turismo, redes sociais, educação e até mesmo a própria realidade, esta “velha anciã” que já não nos é suficiente.

O Mundo Real Vai Acabar em 2015.